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O crescimento da população humana e as atividades que ela desenvolve em busca de suprir alimentos, vêm trazendo conseqüências de impactos na natureza como os suprimentos de águas, qualidade do ar, redução de florestas, diminuição da diversidade biológica, e alteração do clima.
Desta maneira, as leis ambientais e a fiscalização das atividades produtivas tem sido intensificadas na última década, buscando reduzir os impactos ambientais em que os resíduos possam causar. Cada vez mais o governo atua de forma decisiva no controle de atividades, por meio de Leis de Crimes Ambientais e na intensificação da fiscalização.
A implantação de sistema de tratamento dos dejetos tem se destacado na atividade pecuária como forma de atender às exigências dos órgãos ambientais fiscalizadores do meio ambiente, propiciando ao produtor rural continuar em sua atividade de forma sustentável e saudável, sem agredir ao meio ambiente.
O desafio da suinocultura é a busca de investir em projetos que viabilize o custo da adequação ambiental e ainda permita gerar mais rentabilidade ao produtor. De tal maneira que a sociedade perceba que o dejeto de suínos recebendo o tratamento adequado, dando o destino correto no uso de biofertilizantes, promove melhorias na estruturação de solos, na qualidade de vida, fixa o homem no campo, dando viabilidade as propriedades rurais absorvendo a mão de obra e com isso favorecendo o desenvolvimento econômico.
O tratado de Kyoto , contribui com o processo com a utilização de biodigestores nas granjas de suínos, agregando valores como o crédito de carbono, melhora o processo de tratamento dos dejetos e produz o biogás que pode ser utilizado para a geração de energia térmica e elétrica, possibilitando uma visão ampla do ponto de vista ambiental e sustentável da suinocultura brasileira.
A atividade da suinocultura tem a necessidade de buscar a legalidade de sua atividade buscando o licenciamento ambiental, evoluindo o trabalho do conhecimento do manejo dos dejetos em busca da reciclagem no uso como biofertilizantes de forma correta. Nelson Grzybowski, biólogo Consultor Técnico, Orbe Brasilis
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