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1. Continuar a buscar a melhoria da eficiência alimentar e do aumento de produtividade por produtor, pois estão diretamente relacionados à redução da quantidade de dejetos produzidos. 2. Incrementar o uso de valores de disponibilidade de nutrientes dos alimentos utilizados nas formulações de dietas. Nesse particular, são imprescindíveis novos investimentos em pesquisa com a finalidade de obter valores mais precisos e sua predição por métodos rápidos e de fácil uso pelas indústrias de rações. 3. Melhorar o conhecimento das exigências nutricionais dos suínos, concentrando-se no genótipo, no sexo e nos fatores que afetam o consumo de ração. 4. Formular as dietas com maior precisão, buscando-se o atendimento das exigências nutricionais e evitando-se o uso indiscriminado de "margens de segurança". 5. Reduzir o sal das dietas, de maneira a atender apenas os níveis exigidos de sódio. Formular para sódio e não fixar um valor para sal nas matrizes de exigências durante a formulação das dietas. Essa medida, além de reduzir a excreção de sódio, promove redução do consumo, excreção de água e volume de dejetos produzidos. 6. Empregar o conceito de alimentação em múltiplas fases e sexos separados. 7. Utilizar, dentro do possível, alimentos com nutrientes de alta digestibilidade. 8. Evitar o uso de altos níveis de cobre e zinco como promotores de crescimento e no controle da diarréia. 9. Aumentar o uso de fontes de minerais com maior disponibilidade, como os quelatos orgânicos. 10. Utilizar enzimas nas dietas, desde que apresentem resultados que comprovem a sua eficiência. 11. Utilizar a técnica da restrição alimentar em suínos na fase de terminação.
A questão dos dejetos suínos não se constitui apenas num problema que envolve o setor produtivo de suínos. Ela tem inter-relação com todas as atividades que de certa forma afetam a qualidade da natureza que temos ao nosso redor. Assim, regiões onde há problemas de emissões de resíduos industriais, alterações no sistema ecovegetal, contaminações da natureza com dejetos urbanos e aqueles produzidos por outras espécies animais podem tornar mais complexo o problema. Essa questão deve ser tratada amplamente pela sociedade de maneira técnica, sem apegos particulares, visando a qualidade de vida das populações, o atendimento dos anseios do consumidor e o desenvolvimento sustentável de nossa Agricultura.
Fonte: Ambiente Brasil.
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