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CONTROLE DA Circovirose e doenças associadas
Parte I
ü FATORES DE RISCO PARA A INSTALAÇão da doença:
• Produção de fluxo contínuo (não uso de all-in, all-out);
• Falhas na aplicação de medidas de biossegurança;
• Condições ambientais precárias;
• Mistura de animais de diferentes idades/origens;
• Alta densidade de animais por baias ou prédios;
• Baixa qualidade do ar, água e ração;
• Falhas na limpeza/desinfecção;
• Não realização do vazio sanitário.
ü CARACTERÍSTICAS DO AGENTE:
• vírus pequeno;
• estável em temperatura ambiente;
• resistente a muitos desinfetantes.
ü Transmissão: Oronasal
ü Eliminação do vírus:
• fezes;
• urina;
• vias respiratórias;
• sêmen;
• saliva;
ü CONSEQUÊNCIAS PARA O PRODUTOR:
A Circovirose traz perdas diretas e indiretas para o produtor:
• mortalidade/morbidade;
• gastos com medicamentos e desinfetantes;
• perda de peso;
• Alta disseminação;
• envolvimento de outros patógenos (virais/bacterianos);
• animais tratados não se recuperam;
• perda de tempo e motivação da equipe;
• aumento de condenações de carcaças no frigorífico.
ü PORQUE É DIFICIL O CONTROLE:
- O vírus é excretado em saliva, fezes, secreções diversas e assim contamina
todo ambiente;
- A granja permanece contaminada em todos os setores por longos períodos;
Isto gera uma alta e constante pressão de desafio!
- Ocorrência de surtos!
- Diferentes categorias de animais com diferentes status imunitário;
- Ação imunossupressora do CVS2: multiplicação nos órgãos linfóides;
EQUIPE DE VETERINÁRIOS - TECSA Laboratórios
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RT - Dr. Luiz Eduardo Ristow CRMV MG 3708
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