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CONTROLE DA Circovirose e doenças associadas
Parte II
COMO DIAGNOSTICAR A CIRCOVIROSE SUÍNA:
O diagnóstico da Circovirose é complexo pelo fato de haver uma multiplicidade de órgãos envolvidos, sinais clínicos inespecíficos, sistema imune comprometido e a presença de doenças concorrentes, tanto de origem viral, como bacteriana. Sendo assim, o diagnóstico confirmativo da síndrome deve ser baseado nos seguintes critérios:
• presença de sinais clínicos compatíveis com a doença e achados de necropsia;
• presença de lesões histopatológicas características, moderadas e severas;
• demonstração do antígeno viral ou ácido nucléico dentro das lesões (exame
de imunohistoquímica).
Estes critérios analisados separadamente não confirmam a presença da doença, pois a infecção pelo CVS2 não implica na presença da doença no rebanho.
QUADRO DOS ANIMAIS AFETADOS:
• emagrecimento progressivo;
• palidez;
• icterícia;
• diarréias;
• sinais respiratórios;
• problemas reprodutivos;
• mortalidade aumentada na creche e recria.
DIAGNÓSTICO:
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Material a ser coletado
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Exames
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Códigos TECSA
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Linfonodos
(inguinais e mesentéricos)
Rins
Baço
Cabeça
Pulmão
Alças Intestinais
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Imunohistoquimica
Histopatológico
(peça ou órgão
conservada em formol
10%)
Bacteriologia
(Isolamento e
antibiograma)
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S83
BIO
S51 (Bacteriologia Sistema Respiratório)
S73 (Diagnóstico entérico)
S16 (Isolamento de Streptococcus suis)
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IMPORTÂNCIA DOS EXAMES LABORATORIAIS:
• São essenciais para a identificação do vírus PCV2 e das lesões (exame
de imunohistoquimica - S83);
• Úteis para diagnóstico das infecções secundárias.
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