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COLETA E REMESSA DE MATERIAL PARA EXAMES DE IMUNOHISTOQUÍMICA E HISTOPATOLÓGICOS
Importância:
A histopatologia constitui uma análise laboratorial complementar de alto valor agregado. Isso se deve ao fato de ser uma ferramenta de diagnóstico que permite a avaliação de alterações microscópicas teciduais que, baseadas nos achados e em conjunto com o exame clínico e outras análises laboratoriais, permitem estabelecer e confirmar uma suspeita clínica. A técnica de imunohistoquímica também é classificada como uma análise histopatológica, porém essa é submetida a um preparo especial, baseado em reações imunológicas que permitem e evidenciação de antígenos, como no caso da Imunohistoquímica para Circovirose Suína.
O que e como coletar:
O material a ser coletado deve ter origem de animais da faixa etária de risco que vieram a óbito devido a alguma enfermidade ou de animais doentes que foram sacrificados (abate humanitário) e/ou submetidos ao procedimento de necropsia.
Os órgãos a serem coletados pelo médico veterinário irão variar em função da suspeita clínica e alterações morfológicas macroscópicas evidenciadas a campo.
Inicialmente deve-se avaliar o órgão a ser coletado observando as alterações morfológicas e logo em seguida, utilizando-se de uma faca bem amolada ou bisturi, coletar um fragmento de aproximadamente 1 a 3 cm do órgão alvo. É muito importante enfatizar que as áreas do fragmento de tecido devem ser limítrofes entre a normalidade e a alteração.
Como armazenar:
O armazenamento das amostras coletadas envolve a utilização de frascos de boca larga com solução de formol 10% na proporção de 1 material para 10 de formol. Todo o material deve estar imerso no formol. O envio deve ser feito, de preferência em caixa de isopor sem gelo, lacrado e identificado. Não há grandes problemas em enviar este material junto com outros materiais resfriados, desde que se organize adequadamente para não haver extravasamentos de líquidos e contaminação das outras amostras. Caso deseje mandar o órgão inteiro, ao invés de mandar fragmentos no formol, mandar este refrigerado na temperatura de 2 a 8º C (tempo de envio não deve ultrapassar 24horas). Vale ressaltar também que as amostras devem ser armazenadas individualmente, portanto não sugerimos colocar em um mesmo frasco vários fragmentos de órgão diferentes.
Como identificar:
Todas os frascos contendo amostras devem ser identificados com caneta a prova d’água (caneta de retroprojetor) com a identificação do animal e órgão de origem. Na solicitação de exames deve constar o nome da granja, a idade dos animais, suspeitas clínicas e histórico de doenças e vacinações. áe no fechamento do laudo, oferecendo uma an
A identificação das amostras é um ponto fundamental e, eventualmente o responsável pela coleta se despreocupa com esse procedimento, e às vezes, dificulta ou leva a perda de todo o trabalho realizado na coleta e envio do material.
ATENÇÃO:
Todo material remetido ao Laboratório deverá vir, obrigatoriamente, acompanhado da ficha de solicitação de exames devidamente preenchida, que pode ser obtida no site do TECSA.
Lembre-se: a qualidade do exame depende diretamente dos procedimentos envolvidos na coleta e remessa do material para análises.
Análises anátomo-patológicas disponibilizadas pelo TECSA Laboratórios:
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Código |
Exame e descrição de material |
Prazo de entrega (Dias) |
Setor |
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S18 |
NECROPSIA
Material: animal |
02 |
ANA |
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S83
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IMUNOHISTOQUÍMICA para CIRCOVÍRUS
Material: Peça ou órgão conservado em Formol 10%
OBS: Neste caso sempre é realizada uma Biópsia junto à pesquisa por Imunohistoquímica – Biópsia + Imunohistoquímica para circovírus |
05 |
IMU
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BIO |
HISTOPATOLOGIA – Biopsia
Material: Órgão preservado em Formol |
05 |
ANA |
EQUIPE DE VETERINÁRIOS - TECSA Laboratórios
Primeiro Lab. Veterinário certificado ISO9001 da
América Latina. Credenciado no MAPA.
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